terça-feira, 10 de setembro de 2013

VÍDEO ESPANTOSO: NA CHINA, CIDADES INTEIRAS, NOVINHAS EM FOLHA, CONSTRUÍDAS PARA NINGUÉM MORAR. HÁ 64 MILHÕES DE IMÓVEIS VAZIOS, E CENTENAS DE MILHÕES DE PESSOAS SEM TER ONDE MORAR



Milhares de apartamentos vazios, árvores, jardins, avenidas: nada de gente, nada de automóveis (Foto: wnd.com) 

































VEJAM QUE A CRISE AMERICA TAMBÉM PASSOU PELOS IMÓVEIS

09/01/2013 às 17:00 \ Vasto Mundo
Publicado originalmente em 25 de junho de 2012.
Cidades inteiras, com conjuntos habitacionais imensos, maciços de escritórios, shoppings center gigantescos – vazias.
Bairros repletos de aranha-céus, centros comerciais maiores do que de Miami ou de Cingapura – e nenhuma pessoa dentro, nenhum movimento, nada.
Cidades fantasmas, que custaram centenas de bilhões de dólares.
Isto está acontecendo na China. Para manter alto o crescimento do PIB determinado pelas autoridades centrais do Partido Comunista, em Pequim, dirigentes provinciais e municipais mandam ver – e a maneira mais fácil de conseguir crescimento econômico, em números, é a construção civil.


Bairros residenciais enormes, completos, boas casas, jardins, alamedas, imitando os subúrbios americanos... sem ninguém (Foto: meuploads.com)
Há, porém, um pequeno problema: os imóveis não têm demanda – são caros demais para o poder aquisitivo da maioria das pessoas. Sem contar que, volta e meia, são construídos em áreas obviamente inadequadas, como na zona rural, onde trabalhadores sobrevivem com rendimentos miseráveis.
Há um inacreditável, atordoante estoque de 64 milhões de moradias vazias. “Quando a bolha imobiliária chinesa estourar”, diz o consultor britânico Gillen Tullock, baseado em Hong Kong, “a dos Estados Unidos vai parecer brincadeira”.
Paradoxalmente, centenas de milhões de chineses moram em condições miseráveis.
Confiram na ótima reportagem do jornalista Adrian Brown, do programa Dateline, da emissora de TV Special Broadcasting Service da Austrália.
O vídeo é arrasador.

O PARADOXO DE HAVER 64 MILHÕES DE IMÓVEIS VAZIOS NA CHINA 

18/08/2012
 às 16:00 \ 
Vasto Mundo

SEM VIVALMA -- Em Ordos, na região chinesa da Mongólia Interior, há apenas 30 mil moradores em condomínios com casas prontas para receber 300 mil pessoas (Foto: Michael Cristofpher Brown / Corbis / Latinstock)

(Reportagem de Tatiana Gianini publicada na edição impressa de VEJA)

O PARADOXO DOS BAIRROS FANTASMAS
Na China existem 64 milhões de residências vazias, além de centenas de prédios comerciais sem uso. Especialistas acham que pode vir a estourar uma bolha imobiliária, como a que levou a Espanha a pique
As fotos panorâmicas das metrópoles da China, com seus novíssimos arranha-céus envidraçados, são um símbolo da pujança econômica do país. Não é só uma imagem. A construção de imóveis de fato tem peso no crescimento chinês, respondendo por nada desprezíveis 12% do PIB nacional e por uma parcela expressiva da demanda internacional por matérias-primas como aço e cobre.
O cenário é menos esplendoroso do lado de dentro dos imóveis. Muitas casas, torres de escritórios e lojas estão vazias. Em algumas cidades, há distritos comerciais e residenciais inteiros que nunca chegaram a ser ocupados. O mais desolador bairro fantasma fica em Ordos, na Mongólia Interior, ao norte do país. Cerca de 1 bilhão de dólares foram investidos na construção dos condomínios residenciais e dos espigões que compõem o horizonte do distrito de Kangbashi.
Uma Dubai — só faltam as pessoas
O plano dos empresários e da prefeitura era usar os lucros da indústria de carvão local, uma das maiores do país, para transformar a cidade em uma versão chinesa de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Só faltam as pessoas – um paradoxo num país com 1,3 bilhão de habitantes e algumas centenas de milhões morando muito mal. O bairro foi projetado para abrigar 300 000 moradores, mas apenas 30 000 vivem lá.
Outra cidade, Dongguan, sedia o shopping New South China Mall, que deveria ser o maior centro de compras do mundo, com capacidade para receber 70 000 visitantes diários. Sete anos após sua inauguração, 99% das lojas seguem desocupadas.
Boa parte dos imóveis vazios da China pertence a investidores privados da classe média em ascensão. Eles preferem colocar suas poupanças no mercado imobiliário, pois o rendimento das aplicações nos bancos é baixo e apostar em ações é arriscado demais para o perfil conservador das famílias chinesas. Nos últimos anos, comprar casas, apartamentos e escritórios foi a opção mais promissora, entre outros motivos porque os impostos sobre a propriedade eram baixos e porque, como medida de estímulo econômico, houve um aumento na oferta de crédito após a crise mundial de 2008.
Com isso, estima-se que 30 milhões de chineses tenham hoje mais de um imóvel.
Construtoras ergueram mais propriedades do que são capazes de vender por preços altos
Enquanto havia procura e os preços disparavam, ninguém estranhava o surgimento de mais arranha-céus, condomínios e shoppings. O problema é que, seduzidas pela ideia de uma demanda imobiliária chinesa infinita, as construtoras ergueram mais propriedades do que são capazes de vender a preços altos.
Os dados oficiais mostram que 3 bilhões de metros quadrados de imóveis residenciais estavam em construção em fevereiro passado na China, o suficiente para suprir a demanda por quase três anos sem que uma única nova casa seja erguida. Até as obras de infraestrutura foram exageradas. Na ponte marítima que liga a cidade de Qingdao à Ilha de Huangdao e que é a maior do mundo, com 42 quilômetros de extensão, o fluxo de veículos é apenas um terço do esperado.
No mês passado, o governo anunciou a construção de 82 aeroportos até 2015. Embora Pequim diga que as obras são necessárias para atender aos investimentos feitos por inúmeras empresas no interior do país, há o temor de que se tornem elefantes brancos, já que, no ano passado, 130 aeroportos tiveram prejuízos.



Até agora, os investidores em imóveis têm se recusado a vendê-los por valor menor do que o que pagaram e também não querem alugá-los, o que explica por que a fartura de casas não servirá para reduzir o déficit habitacional de 75 milhões de residências.
“Ninguém quer ter prejuízo, nem as construtoras, nem os investidores, muito menos o governo, que teria de admitir a existência de uma bolha e de uma correção dos preços que levaria a uma diminuição dos investimentos no setor, aumentando a pressão sobre uma economia que já está em desaceleração”, diz o americano Patrick Chovanec, professor de negócios da Universidade Tsinghua, em Pequim.
Cidades fantasmas ainda podem vir a assombrar a segunda maior economia do mundo
Nos últimos meses, o governo iniciou uma tentativa de dar mais equilíbrio ao mercado imobiliário, com medidas como a que impõe restrições à compra de mais de uma residência pelos cidadãos. O objetivo é conter a especulação imobiliária e evitar que, numa eventual queda de preços, o setor se transforme num pesadelo mergulhado em dívidas como o espanhol.
“Muitas das dívidas dos bancos chineses estão relacionadas com o mercado imobiliário, e, em geral, as garantias desses empréstimos são terrenos e outras propriedades cujos preços estão supervalorizados”, afirma Chovanec. Se chegar o momento em que essas dívidas tiverem de ser pagas com as garantias, como ocorreu na Espanha, o castelo de cartas poderá cair”.
As cidades e os prédios fantasmas ainda podem vir a assombrar a China.

Um vídeo, publicado no Youtube pela SBS Dateline, apresenta cidades da China com densidade baixíssima, como a cidade de Hangzhou, na província de Zhejiang, conhecida por ter uma localidade que reproduz fielmente vários ícones arquitetônicos de Paris, como a Torre Eiffel e o Arco do Triunfo. A ideia dos empreendedores era atrair uma classe de novos ricos, mas a iniciativa até agora não deu certo, apesar de o país sofrer com outras cidades à beira de um colapso devido ao excesso de habitantes.






Foto: Payton Chung (Chicago, EUA)
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VER PARA CRER: ANGOLA IMITA A CHINA E TAMBÉM CRIA CIDADE FANTASMA NOVINHA EM FOLHA — CABEM LÁ MEIO MILHÃO DE PESSOAS, MAS NÃO TEM NINGUÉM 

21/12/2012
 às 19:00 \ Vasto Mundo

A cidade de Kilamba, projetada para 500 mil habitantes: 3,5 bilhões de dólares de gastos, e praticamente sem moradores (Foto: m.publico.pt)


Publicado originalmente em 23 de agosto de 2012
Com a crise financeira, as atenções do mundo neste aspecto estão invariavelmente voltadas para as enormes dificuldades da Europa, o papel central jogado pela China ou se é firme e vai continuar a recuperação do gigante norte-americano.
Pouca, pouquíssima gente presta atenção em Angola, a ex-colônia que Portugal sugou durante cinco séculos, até 1975, e que desde sua independência até 2002 esteve envolta numa guerra civil que reduziu o país a escombros.
Pois bem, Angola, país de 1,2 milhão de quilômetros quadrados e 18 milhões de habitantes, está literalmente explodindo de crescimento. E a dinheirama proveniente do petróleo — é um dos 20 maiores produtores mundiais, com quase 2 milhões de barris diários — nem sempre está sendo bem gasta. Vejam o caso da cidade de Kilamba, a 30 quilômetros da capital, Luanda, construída para abrigar meio milhão de pessoas mas na qual só vivem… algumas centenas de habitantes!

Kilamba vista de outro ângulo: o preço dos apartamentos os torna inacessíveis à maioria esmagadora da população (Foto: m.publico.pt)

Posta em pé em menos de três anos com dinheiro público pelo governo corrupto do ditador José Eduardo dos Santos, foi programada para abrigar mais de 2 0 mil apartamentos, numa primeira fase, e cinco mil casas populares. Seus imóveis, porém, que custam entre 150 mil e 200 mil dólares, são inacessíveis para a esmagadora maioria da população, que vive com entre 2 e 3 dólares por dia.
Erguida pela estatal chinesa China International Trust and Investment Corporation a um custo de 3,5 bilhões de dólares, Kilamba é uma cidade fantasma — tais como tantas que existem na própria China, já mostradas pelo blog.


Ruas e avenidas, meio-fios, iluminação pública, sinais de trânsito -- mas nada de movimento (Foto: bbc.com)

Com 750 edifícios já prontinhos, a maioria de oito andares, dotados de acesso à internet e ar condicionado, Kilamba possui 24 creches, nove escolas primárias, oito secundárias e cinquenta quilômetros de vias de acesso, ruas e avenidas — mas não tem gente. Nas ruas, praticamente não há carros, nem caminhões, nem ônibus.


O presidente de Angola, José Eduardo dos Santos, lança a pedra fundamental das 5 mil casas "sociais" que pretende entregar em Kilanga (Foto: jaimagens.com)


A abundância de petróleo permite que o governo de José Eduardo dos Santos, ex-dirigente comunista transformado em entusiasta do capitalismo de Estado, possa apresentar números de crescimento rigorosamente espantosos: do ano 2000 – ainda com a guerra civil em curso – até o ano passado, o Produto Interno Bruto (PIB) do país cresceu a uma inacreditável média de 11,52% anuais.
A partir de 2005, já sobre uma economia mais sólida e com o país parcialmente reconstruído, o PIB bateu por duas vezes o índice de 20%!!! O prognóstico para este ano, com boa parte do mundo desenvolvido em recessão ou estagnado, é de que cresça 8%.
A economia vai bem, o povo nem tanto, e a verdade dos fatos muito menos. O vídeo abaixo mostra uma Kilanga que não existe, repleta de gente feliz, com as escolas cheias de alunos etc etc. Segundo a BBC de Londres, os supostos moradores mostrados são atores contratados.


Bandeira de Angola - O mais puro comunismo

Vale a pena conferir:

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CORRUPÇÃO CONDENA POLÍTICO CHINÊS BO XILAI
Publicado em domingo, 22 de setembro de 2013 às 08:20




O Tribunal Intermediário de Jinan, no leste da China, sentenciou o político Bo Xilai a prisão perpétua neste domingo, condenado por suborno, desvio de dinheiro e abuso de poder.
O resultado do julgamento polêmico põe fim à vida política do ex-líder do Partido Comunista Chinês. Bo Xilai se viu envolvido em um escândalo de grandes proporções após um ex-auxiliar contar a diplomatas norte-americanos que sua mulher, Gu Kailai, assassinou um empresário britânico. Ela foi condenada em 2011.

O caso desencadeou uma das maiores crises políticas das últimas décadas. Administrar as divergências entre aliados e adversários de Bo Xilai tem sido um dos principais desafios do presidente da China, Xi Jinping, em seu primeiro ano no cargo.

Bo Xilai negou todas as acusações de corrupção em seu julgamento no mês passado. Na audiência para divulgar o veredicto, neste domingo, o tribunal rejeitou os argumentos da defesa e disse que a severidade da punição reflete o quanto a conduta do político causou danos à sociedade. A corte não informou se o réu pretende apelar da decisão. Fonte: Dow Jones Newswires.


ANGOLA! LUANDA


É regime é ditador comunista, há 23 anos no poder. A constituição feita por encomenda lhe dá poderes inclusive sobre o Legislativo e o Judiciário. O regime angolano é reconhecidamente um dos mais corruptos do mundo. Se você nunca ouviu isso antes do comunismo/socialismo, não sei em que planeta vive.

Conheço pessoalmente empresários brasileiros com negócios em Angola e sei como funcionam as coisas lá até por este meio.

O fato de Kilamba ser uma cidade fantasma vem sendo divulgado por veículos sérios da mídia de um sem-número de países.
Não precisaria nem lembrar sobre o papel da China em Angola, porque este é público e notório.
O objetivo do post, naturalmente, não foi denegrir o país irmão de Angola, mas mostrar uma realidade inegável.

 A VIDA EM ANGOLA

Já me acostumei, quando à trabalho, ser acompanhado por “batedores” de motocicleta armados de metralhadoras!
A saber, que cada proposta/contrato será encaminhada a “instâncias superiores”!

Onde, quem, como alguém pode dizer que se trata de um sistema “capitalista”?
Onde há livre concorrência?
Onde há meritocracia?
Onde há capacidade de produção acima do interesse de poderosos?

Em Angola e em outros países socialista, certamente em lugar algum!

Uma “casta” aparelhou o estado. A imprensa não é livre, (Lá existe SIM o controle SOCIAL da mídia. Social = a quem está no poder).

Cargos públicos são ocupados por parceiros, amigos e dóceis concordantes.

Fortunas são erguidas sem nenhuma justificativa. Ou melhor, sob a égide de “consultorias” – Lembram do Zé Dirceu e turma?

O Judiciário está manietado. Não tem poderes para contrapor-se ao General de plantão, visto que indicados por este.

Filhos (no caso FILHA) do presidente são poderosas empresárias, mesmo não tendo a menor capacidade para ser, por exemplo, alçada e tratadora de zoológico a consultora de TI.

O Presidente José Eduardo é considerado o pai dos pobres!
Distribui presentes de fim de ano, dinheiro sem contrapartida, cestas de alimentação, e etc. à população miserável.

Os amigos do poder levam o direito de construir grandes obras. Sem controle. Sem punição, quando roubam à luz do sol.

Isso é capitalismo?

Se for, por favor, passemos a ter o Brasil como exemplo maior desta corrente econômica.

Macaco, olha teu rabo! já diziam os antigos!

A quem ataca o “capitalismo” de Angola (e eu sou um deles!) que tenha a decência de ver, intramuros, o que acontece por cá!

E que nossa indignação (necessária!) com José Eduardo dos Santos seja a mesma com outros Lulla da Silvas que aplicaram a mesma fórmula!

Sejamos coerentes! 
Coerência é só o respeito a nós mesmos!


- VOCÊ CONHECE A OPERAÇÃO CARLOTA DE "MÉDICOS" CUBANOS? (aqui)


Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões Me Adicione no Facebook 


- A VERGONHOSA ATITUDE DA FAMÍLIA MARINHO, O SBT, O ISLAMISMO, O COMUNISMO, O PETISMO E CUBA (AQUI)


- GUERRA DOS SEIS DIAS (aqui)

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