domingo, 11 de outubro de 2015

Olha aí, um recadinho do Apresentador Ratinho pra quem não leva a sério a vida pública!


Olha aí, um recadinho do Ratinho pra quem não leva a sério a vida pública! :D

Posted by Rede Massa - Oficial on Quinta, 8 de outubro de 2015

Guarda Municipal é absolvido da acusação de dupla tentativa de homicidio


Advogado que assumiu o caso recentemente.



O fato ocorreu no ano de 2011 e ontem o Gcm foi absolvido pelo Juri. Na defesa do acusado atuou o advogado Jainer Navas que defendeu a tese de legitima defesa.


Redação Canal Rio Claro – O tribunal do Juri absolveu ontem pela maioria dos votos, o Guarda Municipal N.J.A. que no ano de 2011 seria o autor de uma dupla tentativa de homicidio.

Na época dos fatos o Gcm seguia de moto para sua residência quando dois individuos, (menores na época), armados, cercaram a moto do guarda e anuncaiaram o roubo.  O Gcm reagiu e acertou sete tiros em um dos acusados e quatro tiros no outro.

O Gcm não registrou a ocorrência quando o fato ocorreu e nem os acusados, porém a Policia Civil checando as informações e atraves de trabalhos investigativos, conseguiu descobrir que o autor dos disparos era o Gcm.

O Guarda chegou a afastar-se do trabalho atraves de licença sem remuneração.

Recentemente o advogado Jainer Navas tomou a frente da defesa no caso e trabalhou com a tese de legitima defesa. o que levou a absolvição do guarda pela maioria dos votos do Juri. Integrantes da corporação compareceram em massa no Forum local.

Trabalhou na acusação o Promotor Dr. Adriano Vanderlei Melega e o presidio os trabalhos  Exmo. Sr. Dr. Juiz Walter Ariete dos Santos.

Com informações do Repórter Policial Aristeu Gomes Pepes Filho – (Jaburu)- JORNALISTA - Mtb 56261/SP

Filme/série 1942 – O Brasil e Sua Guerra Quase Desconhecida


A série dirigida por João Barone vai te levar à década de 40 com depoimentos de ex-combatentes, historiadores e...

Posted by Philos on Sábado, 10 de outubro de 2015

Exército reduzirá turmas de formação na AMAN e escolas de sargentos (EsSa). Temporários serão promovidos a capitão e segundo sargento


Visando minimizar os custos com a reserva, o Exército vai reduzir, a médio prazo, o efetivo das turmas de formação da AMAN e escolas de formação de sargentos de carreira.
Como consequência, os oficiais temporários poderão chegar até o posto de Capitão, prática que já ocorreu nos anos 1990. Os sargentos temporários também poderão ser promovidos a segundo sargento.


Já na Defesa, Amorim era 'O Cara' da Odebrecht

Cláudio Humberto

Ex-ministro das Relações Exteriores do governo Lula e ex-ministro da Defesa no governo Dilma, Celso Amorim teria representado interesses da empreiteira Odebrecht nos governos do PT, segundo comunicados apreendidos pela Polícia Federal na sede da empreiteira, na Operação Lava Jato. A PF investiga a influência de Amorim enquanto chefe do Itamaraty e também avalia se a “atuação” continuou no governo Dilma.

ENCONTRO SUSPEITO
Em 28 de agosto de 2013, Amorim recebeu Marcelo Odebrecht, André Amaro, Luiz Rocha e João Carlos Mariz Nogueira, todos da Odebrecht.

CONTATO FORTE
Um e-mail apreendido na sede da Odebrecht pela PF revelou encontro de executivos da empreiteira com Celso Amorim, em Nova York.

BILHÕES BRASILEIROS...
A PF investiga se Amorim era “ponte” da Odebrecht com Lula para viabilizar negócios no exterior, com financiamento brasileiro.

...FISCALIZAÇÃO ZERO
A força-tarefa da Lava Jato investiga contratos secretos de empreiteiras brasileiras para realizar obras no exterior, sem órgãos fiscalizadores.
DIÁRIO do PODER/montedo.com

Filha de militar, Fátima Bernardes palestrou na Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais


Rio de Janeiro (RJ) - A apresentadora e jornalista Fátima Bernardes participou, no dia 23 de setembro, de atividade do Curso de Extensão Cultural da Mulher, promovido na Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais (ESAO). Fátima foi uma das palestrantes do curso, que tem o objetivo de integrar a família militar com foco nas esposas de militares e no público feminino da Vila Militar.


TV CML/montedo.com

Postura Pró-Prostituição da Anistia é Desafiada


Wendy Wright
NOVA IORQUE, EUA (C-Fam) Enquanto a Anistia Internacional inicia sua nova política que apoia a descriminalização da prostituição, Rachel Moran tem algumas ideias profundas para eles.
A vida dela no comércio sexual, e sua decisão de sair, fizeram dela a batalhadora principal contra a política da Anistia. A autora do livro “Paid For: My Journey Through Prostitution” (Paga: Minha Jornada na Prostituição), fala abertamente da violência, isolamento e uso de drogas inerente na prostituição. O que as pessoas como ela precisam, ela diz, é ajuda para sair.
Logo que a prostituição é legalizada, “não existe incentivo para o governo fornecer estratégias de saída para as mulheres que querem sair disso,” Rachel escreveu.
A trajetória dela começou como uma órfã na Irlanda. Aos 15 anos, “Eu estava nas ruas sem lar, educação ou experiência de trabalho. Tudo o que eu tinha era meu corpo.”
O uso de drogas é “tão comum para mulheres na prostituição quanto limpar mesas para uma garçonete,” diz ela. “A realidade diária é trauma, e você quer escapar disso.”
resolução da Anistia “apoia a descriminalização total de todos os aspectos do trabalho sexual consensual.” A organização afirmou que “tratou da questão a partir da perspectiva dos padrões internacionais de direitos humanos.”
Contudo, os tratados proíbem a prostituição — principalmente de crianças — chamando-a de “incompatível com a dignidade e valor da pessoa humana” e coloca em perigo “o bem-estar do indivíduo, da família e da comunidade.”
A campanha pró-prostituição da Anistia focou nas mulheres que teoricamente escolhem se envolver com “trabalho sexual” e desviou a atenção de cafetões, bordéis e clientes de prostitutas — os homens que mais ganham com a normalização do comércio sexual.
“É besteira dizer que uma pessoa pode ganhar direitos ao permitir que seu corpo seja tão aberto ao público quanto uma estação de trem ou ônibus,” Rachel disse. Um consentimento exige escolhas e alternativas viáveis.
Quando a prostituição tem endosso social, o mercado se expande. “De onde esses novos corpos estão vindo?” Rachel pergunta. “Moças com escolhas não vão dizer: ‘Entrarei no comércio sexual em vez de ir para a faculdade.’”
“Não. Meninas em desvantagem social são canalizadas direto para a prostituição.”
Ativistas LGBT também notam que jovens vulneráveis têm a probabilidade mais elevada de serem prostituídos — ao mesmo tempo em que argumentam em favor da descriminalização de todos os aspectos do comércio sexual.
Duas semanas depois da votação da Anistia, grupos LGBT sem demora criticaram uma ofensiva policial contra o site “Rentboy.com.” O presidente — que se descreve como “cafetão da internet” — e os funcionários foram presos em Nova Iorque por promoverem a prostituição. O site ganhou mais de 10 milhões de dólares desde 2010 com as taxas mensais e anúncios de prostitutos que especificavam preços por serviços sexuais.
“O trabalho sexual afeta de modo desproporcional a comunidade LGBT,” escreveu Sam Brinton. O co-diretor de #BornPerfect disse que as prisões foram um “ataque devastador” em jovens que se identificam como lésbicos, gays ou transgêneros (LGBT) e recorrem à prostituição.
Muitos “jovens LGBT se envolvem em trabalho sexual para sobreviver.”
Contudo, nenhum dos prostitutos que anunciou no site foi preso. Esse método se enquadra no modelo nórdico, defendido por Rachel e outros, onde alugar prostitutas, ter bordéis e comprar sexo são criminalizados, mas não os que estão sendo prostituídos.
Os especialistas dizem que os adolescentes e as crianças se venderão barato, pelo preço de uma refeição, ao mesmo tempo em que cafetões e clientes valorizam a juventude e vulnerabilidade deles.
“Respondi a telefonemas em muitos bordéis,” Rachel tuitou, “a pergunta mais comum é sempre: ‘Qual é a menina mais nova que vocês têm?’”
A solução é criar saídas da prostituição, como ajudar com creches, educação, vícios.
A vontade de Rachel escapar foi provocada depois que seu filho de 4 anos entrou na escola, e ela começou um relacionamento íntimo com um homem onde ela “experimentou a sexualidade de um modo que foi designado para experimentar.”
Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:
Tráfico sexual humano: a moderna escravidão que não foi abolida

Cristianismo e luta de classes


Eguinaldo Hélio Souza
Se a luta de classes é o motor da história, então o cristianismo é o freio. E quando me refiro ao cristianismo falo do cristianismo bíblico, que emerge como padrão dos escritos dos evangelistas e apóstolos, o cristianismo do Novo Testamento.
É fácil perceber nestes documentos antigos o quanto sua doutrina e sua prática levaram reconciliação às classes sociais, ao invés de instigar uma revolução social como queriam os zelotes, esquerdistas da época. Tão importante quanto a reconciliação do homem com Deus era a reconciliação do homem com o homem, independente de sua classe social. Eis o cristianismo apostólico.
Nascido em meio ao sistema escravista, suas páginas ordenam aos escravos que sejam bons escravos. Sim. Absurdo dos absurdos! É de chocar o homem moderno.
Vós, servos, obedecei a vosso senhor segundo a carne, com temor e tremor, na sinceridade de vosso coração, como a Cristo, não servindo à vista, como para agradar aos homens, mas como servos de Cristo, fazendo de coração a vontade de Deus; servindo de boa vontade como ao Senhor e não como aos homens, sabendo que cada um receberá do Senhor todo o bem que fizer, seja servo, seja livre. (Carta do apóstolo Paulo aos Efésios cap. 6. Vers. 5-8)
Não termina aqui. Agora é a vez do patrão, do dono de escravos, do amo. Ele também precisa entender seu lugar neste universo de Deus.
E vós, senhores, fazei o mesmo para com eles, deixando as ameaças, sabendo também que o Senhor deles e vosso está no céu e que para com ele não há acepção de pessoas. (Carta do apóstolo Paulo aos Efésios cap. 6. Vers. 9)
Revolução das revoluções! O senhor e o escravo podem ser diferentes na ordem social, mas não na ordem cósmica e universal. Perante ela ambos são iguais e darão contas de acordo com seus atos.
Luta de classes? Nenhum vestígio. A palavra de ordem é reconciliação.
Todavia, isso não significa conformismo e aceitação de injustiça. O cristianismo histórico colaborou com os poderosos na opressão dos pobres, tanto quanto lutou contra esses mesmos poderosos em muitos momentos. Adequou-se ou desviou-se do padrão bíblico. O cristianismo bíblico, entretanto, clama contra a injustiça:
Eis que o salário que fraudulentamente retivestes aos trabalhadores que ceifaram os vossos campos clama, e os clamores dos ceifeiros têm chegado aos ouvidos do Senhor dos exércitos. (Tiago 1.1-4)
Igualmente os escravos eram exortados a conquistar sua liberdade se assim pudessem. “Foste chamado sendo escravo? Não te preocupes com isso. Mas se ainda podes conseguir toda liberdade, aproveita a oportunidade” (1ª epístola do apóstolo Paulo aos coríntios 7.21).
Vale a pena considerar os estudos recentes do sociólogo americano Rodney Stark sobre o crescimento do cristianismo. Esses estudos rejeitam a identificação do cristianismo com a classe proletária. Na verdade, diferentes segmentos e classes sociais abraçaram a nova fé.
Depois que Judge [E. A. Judge – historiador do Novo Testamento] questionou a visão proletária da Igreja Primitiva, desenvolveu-se entre os historiadores do Novo Testamento um consenso de que o cristianismo baseava-se na classe média e na alta (Scroggs: 1980)
Não poucos estudiosos atribuem ao movimento metodista a responsabilidade por livrar a Inglaterra de uma revolução sanguinária como a Revolução Francesa.
Novos estudos têm gerado novas compreensões. A estabilidade social produz progresso e foi isso que o cristianismo levou as nações. Mais uma vez temos de citar Rodney Stark:
Um novo e admirável estudo da autoria de Robert D. Woodberry demonstrou, sem sombra de dúvidas, que se pode atribuir aos missionários protestantes a maior parte dos louros pela ascensão e divulgação de democracias estáveis no mundo não ocidental. Quer isto dizer que, quanto mais elevado era o número de missionários protestantes por cada dez mil habitantes da população local em 1923, maior é a probabilidade de um determinado país ter hoje conseguido chegar a uma democracia estável. O efeito do trabalho missionário é muito maior que o de outras 50 variáveis de controle fundamentais, incluindo o produto interno bruto e o fato de um determinado país ser ou não uma colônia inglesa.
O cristianismo jamais jogou uma classe contra a outra. Reconciliou-as sem, contudo, dogmatizar sua estratificação. “Não há judeu nem grego; não há escravo nem livre; não há homem nem mulher; porque todos vós sois um em Cristo” (Epístola do apóstolo Paulo aos Gálatas cap. 3 verso 28)
Não há dúvidas de que há luta de classes por toda a história. A questão é o que fazer com ela. Instigá-la ou freá-la. Acirrar os conflitos de classes ou procurar reconciliá-los. Os marxistas conceberam a infeliz e irracional ideia de que, se a luta de classes não acontece, eles têm de provocá-la, para construir no futuro sua sociedade sem classes.
Marilena Chauí, ao afirmar sob aplausos odiar à classe média, queria inflamar com seu discurso de ódio o conflito entre os grupos como convém a todo bom marxista. Neste caso, provavelmente, entre a classe média e a sua própria classe, isto é, a classe alta. Porque proletária tenho certeza que ela não é. Mas o que esperar dela? Como escreveu Alain Besançon, “não se pode permanecer inteligente sob a ideologia”.
Outros artigos Pr. Eguinaldo Hélio Souza:
Por que condeno o marxismo

Missionários americanos são espiões da CIA, afirma líder evangélico. Assunto polêmico volta à tona; missões negam


Missionários americanos são espiões da CIA, afirma líder evangélico

Durante dezenas de ano, especialmente na época da chamada Guerra Fria, missionários evangélicos foram acusados de ser “agentes da CIA” por diferentes países.
O assunto parecia esquecido até que a Coreia do Norte prendeu e depois extraditou o missionário australiano John Short, acusado de conspirar para derrubar o presidente, enquanto ainda mantém preso o missionário americano Kenneth Bae. Ambos são acusados de serem “espiões”.
Tony Campolo, um líder evangélico progressista que foi conselheiro espiritual do ex-presidente Bill Clinton, acabou aumentando a controvérsia em uma entrevista recente. “Os missionários americanos são muito próximos da CIA”, afirmou ele ao site RedLetterChristians.org. Campolo é atualmente professor de sociologia na Eastern University e presidente da Associação Evangélica para a Promoção da Educação.
“Muitas vezes, quando missionários voltam ao país depois de algum tempo fora, se estavam trabalhando em lugares como Paquistão ou Afeganistão, a CIA os chama… esses missionários vão até Washington e são interrogados: Quem são os líderes nas aldeias onde você estava trabalhando? Qual foi a atitude das pessoas nas igrejas em relação aos Estados Unidos?”
O ministério de Campolo patrocina programas de serviço cristão no Haiti, na República Dominicana, além de vários países da África. Para ele, é injustificável que as Nações Unidas ainda não tenham reconhecido as atrocidades cometidas contra cristãos na Coreia do Norte, apesar de ampla cobertura da imprensa. Para o líder evangélico, os laços com a CIA atrapalham o trabalho de missionários em muitos países.
O pastor brasileiro Fausto Vasconcelos, atual diretor de evangelismo da Aliança Batista Mundial disse em uma entrevista recente que se lembra de especulações na década de 1960 sobre se missionários batistas americanos trabalhavam para a CIA no Brasil.
Somente em 1975, o ex-presidente Gerald Ford admitiu publicamente que a CIA tinha usado missionários como agentes. Os rumores continuaram até o início da década de 1980, quando o presidente da Junta de Missões Batistas enviou uma carta aberta ao então diretor da CIA, William Casey, afirmando que as tentativas da agência de recrutar missionários como informantes podia “colocar em risco as suas vidas, bem como impedir seu trabalho em vários países.”
Com o fim da “Guerra Fria” e o colapso da antiga União Soviética, no início dos anos 1990, o assunto só voltou à tona em 2005, quando o ex-presidente, Hugo Chávez, expulsou missionários da Novas Tribos que trabalhavam na Venezuela, alegando que o grupo tinha ligações com a CIA.
As afirmações de Campolo surpreenderam a muitos líderes na área de missões, que negam qualquer envolvimento político. Jim Smith, atual coordenador de missões mundiais para a Aliança Batista Mundial afirmou que o foco do trabalho missionário tem sido se aproximar e ajudar os pobres e marginalizados e que não tem conhecimento de qualquer envolvimento com trabalho de espionagem. O governo dos EUA não se pronunciou sobre o assunto. Com informações ABP News.


Recordo que na época do governo militar no Brasil, os militares acusaram o SIL (Summer Institute of Linguistics [Instituto Linguístico de Verão]) de ser fachada para agentes da CIA. O SIL tinha uma sede em Brasília, que acabou sendo fechada pelos militares. Na época das acusações, escrevi uma carta ao SIL dando todo meu apoio, pois essa entidade missionária americana tinha um trabalho indispensável: treinar evangélicos para traduzir a Bíblia para línguas indígenas. 

Esse trabalho tinha e tem meu total apoio. Por isso, fui totalmente contra a atitude dos militares brasileiros, que, para mim, como sempre estavam manifestando preoconceitos contra os evangélicos. Mas muitos anos depois, tive acesso a muitas fontes de informações. Estive hospedado com um missionário americano no Brasil, cujo pai trabalhava na sede da CIA. Um brasileiro batista me contou como dois missionários americanos tentaram recrutá-lo como informante da CIA. Esses dois missionários, segundo esse batista, eram agentes da CIA. 

E há o livro Thy Will Be Done: The Conquest of Amazon: Nelson Rockefeller and Evangelism in the Age of Oil (Tua Vontade Será Feita: A Conquista da Amazônia: Nelson Rockefeller e Evangelismo na Era do Petróleo). Esse livro conta como, de fato, vários missionários americanos eram agentes da CIA. Foi algo vergonhoso, pois o Brasil militar era aliado dos EUA contra a ameaça maior: o comunismo. Não era, infelizmente, espionagem para proteger o Brasil de uma invasão comunista na Amazônia. Era especialmente espionagem econômica, com o objetivo de descobrir petróleo, ouro e diamantes. Não sei se o SIL estava intencionalmente envolvido nesse esquema, mas essa é a triste realidade: esse problema realmente existiu. E pode ser que ainda exista.